Nossa História
Sob o olhar de 60 cooperados – cada um com seu caminhão - em agosto de 1999, iniciava-se a operação da Cooperativa Intermodal de Transportadores Autônomos (CITA). Tudo era novidade e expectativa!
Como caminhoneiros que até então prestavam serviços como autônomos poderiam comandar uma empresa? Essa era a principal pergunta que fazíamos uns para os outros. Havia muitas idéias, várias vontades, mas tudo sob um único comando. Mas com a determinação de todos, foram dados o rumos da CITA. E todos acreditavam nesse estilo. Todos se comprometiam e cada um fazia a sua parte, com igual determinação e empenho.
Flexível, conciliador, mas determinado, assim foi o estilo do Elias para administrar os rumos da CITA. E todos acreditavam nesse estilo. Todos se comprometiam e cada um fazia a sua parte, com igual determinação e empenho.
Como se fosse uma grande orquestra. Sem solista!
Apenas o maestro e os músicos. Motoristas e monitores se esforçavam ao máximo para atender as rigorosas regras estipuladas pela diretoria da Shell.
Enquanto a diretoria alugava um imóvel na rua Auriverde, 1944, no bairro do Ipiranga – na capital paulistana - apenas para acomodar os departamentos administrativos da empresa, empenhados em dar suporte técnico e logístico aos motoristas.
Durante cinco anos e meio a Casa da rua Auriverde, como ficou conhecida, atendeu as necessidades da empresa. Mas, os negócios começaram a se expandir, a Shell foi confiando ainda mais nessa organização e houve então a contratação de mais funcionários administrativos e aumento substancial da frota, que passou de 60 caminhões para 98 veículos, na época.
Foi então que a sede teve que ser transferida para a rua Bergal, 151, também no bairro do Ipiranga. Uma área com 2.300 m2, com capacidade para acomodar, 25% da frota da CITA; permitindo a criação de um galpão para pintura e pequenas manutenções; de uma sala de treinamentos mais ampla mais adequada, e uma área administrativa que comportasse a nova realidade. Foi um salto quantitativo e qualitativo rumo ao futuro desejável para a CITA.
Abre-se uma nova frente promissora para a CITA, que com essa estrutura passa a sentir que é possível: crescer, abrir novos horizontes, buscar novas metas, se comprometer ainda mais com a excelência dos serviços prestados, ampliar os negócios para além das fronteiras da Shell, AleSat e Áster, se estabelecer como uma grande empresa de transporte de derivados de Petróleo.

Diretoria
- Presidente:
Paulo Sérgio dos Santos - Secretário:
Clovis Motta - Tesoureiro:
José Antônio Choca